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Morta com quatro tiros na cabeça nesta quarta-feira, a vereadora do PSOL Marielle Franco, de 38 anos, expunha nas mídias sociais tua guerra contra o racismo e a brutalidade, especialmente contra adolescentes e mulheres. Crítica da intervenção Importante Para a Carreira, Assertividade é Demandada Por Executivos Em Coaching de Janeiro, denunciava os abusos da polícia. Um dia antes de ser assassinada, a vereadora questionou ações da PM. Nascida e criada na Maré, Marielle bem como defendia a visibilidade lésbica - conteúdo que lhe motivou a apresentar um projeto de lei pela Câmara do Rio -, o acesso à educação e à saúde de propriedade. Oito Jeitos De Implodir Tuas Chances Pela Entrevista De Emprego , Marielle explicou por causa de concentrava seus ataques contra a selvajaria policial e miliciana, todavia não criticava traficantes.

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E ainda Como Fazer O Cliente ‘procurar’ Você? , em setembro do ano anterior, que havia traficantes em apartamentos de luxo em Brasília e no Leblon. Também descreveu indignação pelo evento de um tiroteio na Zona Sul do Rio que durou 3 horas ter tido mais destaque pela mídia que 6 meses de confrontos diários entre polícia e traficantes pela Rocinha.

Do tráfico não se cobra a lei e o respeito. Eu cobro essa apresentação pertence ao Estado. Cobro dos Agentes de Segurança Pública RESPEITO ÀS FAVELAS! Rocinha: Veloso (chefe da polícia civil) propõe “Lava Jato do tráfico”. A própria Marielle revelou que foi uma tragédia pessoal que a transformou em ativista social. Iniciei minha militância em direitos humanos depois de ingressar no pré-vestibular comunitário e perder uma amiga, vítima de bala perdida, num tiroteio entre policiais e traficantes no Complexo da Maré’, comentou, num texto em primeira pessoa na sua página pela internet.

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Nascida e formada pela Maré, Marielle se formou em Ciências Sociais na PUC-Rio, onde foi bolsista, e fez mestrado em Administração Pública na Instituição Federal Fluminense. Em 2006, fez campanha para Marcelo Freixo, que disputou e adquiriu uma vaga pela Assembleia Legislativa do Rio como representante do PSOL. O colega Pedro Strozenberg, que conheceu Marielle nesta campanha e depois trabalhou junto com ela no gabinete de Freixo, conta que, na Assembleia, ela cuidava da agenda de temas ligados à perguntas raciais, de mulher e favelas. Contudo para Strozenberg, concorrer a um cargo eletivo não era um caminho obrigatoriamente natural pra Marielle, apesar de toda a militância e interesse com as causas sociais.

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  • Luana Moreira Dos Santos comentou: 30/01/12 ás 22:03
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Ele diz que uma das principais características da vereadora sempre foi o “atrevimento”. Eleita vereadora em 2016, ela continuou defendendo os direitos das mulheres, combatendo o preconceito e a agressão pela Câmara do Rio. No entanto bem como diversificou a pauta. Um mês e meio depois de assumir o cargo de vereadora, ela comemorou o primeiro projeto de lei que apresentou na Câmara de Vereadores do Rio.

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A proposta prevê tratamento humanizado pras mulheres que conquistam na Justiça o justo de abortar. Dos dezesseis projetos de lei que apresentou, 8 eram individuais e a outra metade assinou com colegas da Câmara do Rio. Um deles, que apresentou sozinha, propunha instituir o “dia da disputa contra a homofobia, lesbofobia, bifobia e transfobia” no calendário do Rio e o “dia da visibilidade lésbica”.

Bem como propôs adicionar o “dia da mulher negra”. Uma outra proposta da vereadora previa incluir cartazes em lugares notórios nos serviços públicos de atendimento às mulheres, citando dos direitos das vítimas de hostilidade sexual. No Twitter, ela se colocou contra o acrescentamento do IPTU no Rio e também comemorou o dia em que a Câmara conseguiu barrar a aprovação do projeto de lei pra armar a Guarda Municipal.

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