A população pós-moderna em que vivemos começa a exigir, assim, processos diferenciados de criação docente, uma vez que as demandas da globalização passaram a facilitar o acesso instantâneo às Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) bem como dentro dos contextos escolares. A alteração de aparência da comunidade frente à utilização cotidiana das TICs, passou a influenciar também as ações organizacionais das escolas em termos didático-pedagógicos.

Tais transformações, por tua vez, impulsionam transformações no agir pedagógico dos professores, exigindo deste modo dos cursos de formacao uma nova forma de se reflexionar e agir na geração docente. A Teoria da Atividade (TA) tem suas raízes na filosofia alemã de Kant e Hegel e no materialismo dialético de Marx.

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Essa orientação teórica é constituída, também, pela tradição sócio-cultural e sócio-histórica dos psicólogos russos, primeiramente pelos estudos de Lev Vygotsky (década de 1920) e, posteriormente (década de 30), pelos seus colaboradores Leontiev e Luria que continuaram o seu serviço. Já é preciso definir o conceito “atividade” para que possamos dominar o utensílio de observação deste trabalho.

Leontiev formulou-a como geração sistemática e unidade de análise para as ciências humanas. Para ele a atividade é um sistema coletivo derivado de um utensílio e de um porquê. Televisão Tokyo Online (1999), a atividade consiste nas ações centralizadas nos objetivos/metas que são usados pra se conquistar transformar o instrumento por intermédio da movimentação do sujeito envolvido. A Teoria da Atividade, com sua base filosófica alemã e interdisciplinar, apresenta, deste modo, um conjunto de conceitos complexos, entretanto necessários para nosso estudo a respeito da colocação da tecnologia no método de ensino-aprendizagem de Língua Inglesa.

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De acordo com Nardi (1996), um dos desafios da TA é dominar e contar a ligação entre o sujeito, sua comunidade e as ferramentas que os mesmos utilizam em tuas atividades diárias. Desse modo, a escolha da TA como fundamentação teórica visa permitir uma observação de um sistema de atividade que focalizou a tríade: sujeito – artefato – objeto.

Telefônica Mira Cliente De Alta Renda Com Serviço Estrada Fibra pra este serviço nosso interesse foca pela análise mais de perto nas tarefas pedagógicas online propostas pelos professores pré-serviço. A figura dois abaixo apresenta o consequência fim do serviço de Vygotsky, mas este padrão da Teoria da Atividade de imediato oferece uma modificação feita por Engeström (1999), ao incluir o consequência esperado da atividade.

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  • 20/03/2019 06h01 Atualizado 2019-03-20T12:58:44.053Z
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A primeira geração da Teoria da Atividade, segundo Vygotsky, propõe reflexões das relações entre os elementos (sujeito, artefato, material). Essas relações são formadas a partir das atividades, as quais por sua vez, serão a referência de observação de um estudo. ‘Cinquenta Tons 2’ E 2 Filmes Pra Observar Em Residência Sem Pagar Nada (1978) aprofundou os estudos de Vygotsky e propôs uma suporte que representa a hierarquia da atividade, com os níveis não estanques, que sofrem modificações à quantidade que cada componente se altera. Leontiev (opt.cit) formulou uma discernimento entre atividade e ação, que não foi suficientemente discutida por Vygostky.

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Considerando a primeira formação e a infraestrutura hierárquica da atividade para o tema dessa investigação, temos como fator principal a mediação do artefato. A mediação acontece dentro de um sistema de atividade que é estabelecido de acordo com o artefato utilizado. Ou melhor, o artefato desencadeará as modificações nas ações e nas operações de cada atividade de acordo com as metas e condições para a realização da mesma. Porém, compreender apenas a primeira criação não é suficiente pra compreender todas as alterações do sistema de atividade. Assim, surge a segunda geração, a ponto de ajudar a esclarecer as relações entre os elementos do sistema.

A segunda criação se preocupa com a transformação entre os níveis da atividade e é caracterizada na tua gravidade em colocar o assunto nas inter-relações que existem em um sistema de atividade (Engestöm,1999). O tópico deixa de ser no ser e surge, por isso, o modelo sistêmico da atividade no qual se percebe que esta é consumada por intervenção de elementos sociais/coletivos em um sistema que demanda negociação. Já a terceira geração, como proposto por Engestöm (1999), mostra uma rede de sistema de atividade interativa para ser analisada e se propõe a responder questionamentos que pretendem explicar a atividade humana.

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Essa rede se configura na busca de se delimitar um sistema de atividade. Nardi (1996) admite que uma atividade não poderá ser entendida sem uma entendimento do papel dos artefatos pela existência diária, sobretudo pelo modo como esses estão integrados na prática social. Minhas Sugestões De Cruzeiro este cenário global em mente, Hubbard alega que existem inmensuráveis grupos de estudos que priorizam a área do CALL. Tais grupos variam no recorte que executam da realidade a ser estudada, dos objetivos e concepções teóricas.

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